Sobre mim

Mais do que fotografar pessoas,
gosto de conhecer histórias.

E a minha própria história com a fotografia também tem uma.

Como Tudo Começou

Sempre soube que queria fazer algo com imagens.
Só não sabia que seria assim.

01

A conexão com as artes visuais

Desde pequeno eu desenhava. Tinha uma conexão com artes visuais que nunca soube muito bem explicar — só sabia que era de lá que eu me entendia.

02

A matéria que mudou tudo

Por volta dos meus 20 anos, entrei num curso técnico em Comunicação Visual. Tinha uma matéria diferente de todas as outras: fotografia. Foi amor à primeira vista — a favorita do curso. Assim que terminei, já estava me matriculando num novo curso, só de fotografia.

03

A câmera como ponte

Sempre tive atração forte por fotografia de retrato. Talvez porque eu fosse muito tímido — e a câmera me dava uma razão para me aproximar das pessoas. Para perguntar, prestar atenção, ver de perto o que normalmente eu ficaria olhando de longe.

A fotografia me ensinou
a me conectar com pessoas.

Uma Parte Mais Íntima

Havia uma beleza que eu queria transformar em arte.

Havia uma época em que eu estava aprendendo a me relacionar melhor com a minha própria sexualidade — uma fase de reconhecimento, de cura, de liberdade, após uma infância marcada por muita repressão e bullying.

Foi nessa época que o ensaio sensual masculino entrou na minha vida. Não como um serviço. Como uma expressão.

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Como começou

Comecei chamando amigos e colegas para posarem. Muitos aceitaram. Publiquei nas redes e num site que criei na época — e começaram a chegar homens de todos os tipos, interessados em fazer também.

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O que descobri

Muitos homens carregavam inseguranças profundas com seus corpos — mas não encontravam espaço no mundo para trabalhar isso. O ensaio os ajudava a olhar para si mesmos de uma forma diferente, redescobrindo a autoestima.

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O que virou

Hoje os motivos são variados: reativar a autoestima, viver a experiência de ser visto, presentear um companheiro ou parceira, explorar algo novo. Todos os motivos são válidos.

“Havia uma beleza que eu queria transformar em arte. E percebi que, ao fotografar, também estava ajudando alguém a enxergar essa beleza em si mesmo.”

Meu Jeito de Trabalhar

Não acredito em corpo certo,
idade certa ou momento perfeito.

Tenho 34 anos, mais de uma década de fotografia, e uma certeza: as melhores fotos não acontecem quando alguém sabe posar. Acontecem quando alguém esquece que está sendo fotografado.

Presença antes da câmera

Cada sessão começa com uma conversa. Quero entender quem você é antes de fotografar quem você é.

Direção, não imposição

Dou orientação durante toda a sessão. Você não precisa saber posar — precisa aparecer.

Resultado que parece com você

Não com uma versão produzida ou distante de quem você é. Com você de verdade.

A Pausa

Às vezes, o descanso vem disfarçado de obstáculo.

Um pouco antes da pandemia, eu já sentia um cansaço. A fotografia estava presente, mas a vontade tinha diminuído. Quando o mundo parou, o trabalho parou junto — e, pela primeira vez em muito tempo, eu também parei.

Não foi uma pausa planejada. Mas foi necessária.

Nesse período, redirecionei minha atenção para outras áreas da vida. Me dediquei ao tarot — ferramenta que estudo há mais de dez anos. Me aprofundei em espiritualidade e autoconhecimento. Tive meu primeiro contato com a ayahuasca.

Foi um período de muita escuta interior.

O Retorno

Três anos atrás, a fotografia voltou a me chamar.

Não foi uma decisão. Foi um chamado. Comecei a sentir vontade de levar a câmera para saraus, shows, eventos. De registrar. De estar presente naquele tipo de encontro.

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As amizades que vieram

Na pandemia, fiz muitas amizades com músicos — a maioria do universo da música medicina e das medicinas da floresta. Pessoas com histórias profundas, arte genuína e uma espiritualidade viva.

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Os primeiros registros

Voltei com câmera nas mãos para shows, saraus e apresentações. Participei até da captação de um clipe. Foi aí que começou a nascer o portfólio de músicos e artistas — e depois, o de corporativo para empreendedores.

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O que a pausa ensinou

Voltei fotografando de um lugar diferente. Mais maduro, mais inteiro, mais consciente do que eu queria capturar. A pausa não me afastou da fotografia — ela me devolveu a ela com um olhar novo.

Hoje

Do ensaio sensual masculino aos saraus, do corporativo ao ensaio de casal — cada nicho chegou no momento certo.

Não planejei nenhum desses caminhos. Eles foram chegando — pelas pessoas que apareceram, pelas histórias que me encontraram, pelas fases da vida que me moldaram. Hoje trabalho com diferentes tipos de fotografia, mas com o mesmo olhar: entender quem está na minha frente antes de apertar o obturador.

"Cada nicho que desenvolvi foi, de alguma forma, um reflexo de quem eu estava me tornando."

Trajetória

Como cheguei até aqui

Início

Comunicação Visual & Fotografia

Curso técnico em Comunicação Visual onde a matéria de fotografia foi amor à primeira vista. Em seguida, curso de Processos Fotográficos na mesma escola.

Ao longo dos anos

Aprendendo fazendo

Ensaio após ensaio, cliente após cliente, história após história. Fui me especializando em retrato, construindo um olhar próprio para as pessoas.

Hoje · 34 anos

Mais de uma década de fotografia

Trabalho com músicos, artistas, profissionais autônomos, casais, eventos — e com ensaios que vão da fotografia corporativa ao sensual masculino.

Áreas de Trabalho

O que fotografo em São Paulo

Fotografia Corporativa

Fotografia de
pré-wedding
e casais

Fotografia para músicos & artistas

Fotografia de shows e eventos

Ensaios fotográficos
em geral

Ensaio Sensual

Vamos conversar?

Pronto para contar
a sua história?

Cada ensaio começa com uma conversa. Me conta o que você está buscando.

Contato

Vamos conversar?

Você tem qualquer dúvida ou pergunta? Tem uma ideia em mente para uma sessão de fotos e gostaria de conversar sobre? Entre em contato!

Fotógrafo em São Paulo, especializado em ensaios fotográficos profissionais para artistas, terapeutas, casais e eventos. 

Fotógrafo Guilherme Marques | São Paulo

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